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Fale sobre você (exemplo de post)

Este é um exemplo de post, publicado originalmente como parte da Blogging University. Inscreva-se em um dos nossos 10 programas e comece o seu blog do jeito certo.

Você vai publicar um post hoje. Não se preocupe com a aparência do seu blog. Não tem problema se você ainda não tiver dado um nome para ele ou se parecer complicado. Basta clicar no botão “Novo post” e dizer por que você está aqui.

Por que fazer isso?

  • Para contextualizar novos leitores. Qual seu objetivo? Por que as pessoas deveriam ler seu blog?
  • Isso ajudará você a se concentrar nas suas próprias ideias para seu blog, bem como o que você pretende com ele.

O post pode ser curto ou longo, uma introdução à sua vida ou uma declaração de missão para o blog, um manifesto para o futuro ou um simples resumo dos tópicos que você planeja publicar.

Para ajudar você a começar, confira algumas perguntas:

  • Por que você está fazendo um blog público, em vez de manter um diário pessoal?
  • Sobre quais assuntos você quer escrever?
  • Com quem você gostaria de se conectar por meio do blog?
  • Se você usar o blog direitinho durante o próximo ano, o que espera conquistar?

Você não precisa se ater a nada disso. Uma das partes mais interessantes sobre os blogs é que eles evoluem constantemente enquanto aprendemos, crescemos e interagimos uns com os outros, mas é sempre bom saber de onde e por que você começou. Além disso, organizar seus objetivos pode dar ideias para outros posts.

Não sabe por onde começar? Escreva o que vier primeiro à cabeça. Anne Lamott, autora de um livro sobre escrita que amamos, diz que você precisa se permitir escrever um “primeiro esboço ruim”. Anne tem razão. Comece a escrever e se preocupe em editar depois.

Quando estiver tudo pronto para publicar, selecione de três a cinco tags que descrevam o foco do seu blog, como escrita, fotografia, ficção, maternidade, gastronomia, carros, filmes, esportes ou o que for. Essas tags ajudarão as pessoas que se interessam por esses tópicos a encontrar seu blog no Leitor. Não deixe de incluir a tag “zerotohero” para que novos blogueiros também encontrem você.

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E Se Eu Errar Meu Nome na Passagem Aérea?


O preenchimento incorreto dos dados pessoais na hora de comprar a passagem aérea não é algo raro, especialmente quando você encontra uma promoção e realiza a compra na empolgação e ansiedade. É preciso ter cuidado e calma na hora de comprar, pois este erro, que parece bem pequeno, pode gerar grandes dores de cabeça mais pra frente.

Como devo preencher meu nome?

Em voos nacionais, quem tem nome composto ou vários sobrenomes deve sempre informar o primeiro nome e o último sobrenome, além do agnome (Júnior, Filho etc., sem abreviação), se houver. Por exemplo: o nome José Maria da Silva Nunes Júnior deve constar na reserva e no bilhete como José Nunes Júnior ou ainda José Maria Nunes Júnior. Para voos internacionais, vale consultar as regras da companhia aérea, pois algumas estão habituadas a utilizar o sobrenome completo, conforme consta no passaporte, ou no RG, para passagens na América do Sul.

ATENÇÃO! Lembre-se de que o documento que você utiliza para embarcar deve ter o mesmo nome e sobrenome que você informou na hora da compra da passagem. Acredito que este seja o erro mais comum em relação a nomes, e que geralmente acaba impedindo o embarque: a pessoa casa ou se divorcia e muda o documento que utilizará para embarcar, porém não altera o nome já informado na compra da passagem aérea (e pra agravar ainda mais a situação, não está com o comprovante da modificação do nome em mãos na hora do embarque).

ATENÇÃO! Nunca use pseudônimos, abreviações, apelido ou nome artístico.

O que acontece se eu errar no preenchimento do nome?

Se você identificar que seu nome foi escrito de maneira errada, é preciso comunicar a companhia aérea até o momento do check-in (antes de fazê-lo!) para que a correção seja realizada sem custos. Só pode haver cobrança no caso de voo internacional que envolva mais de uma empresa, desde que o erro seja de responsabilidade sua.

Mas atenção! O que é corrigido sem custo são erros de grafia, como troca, adição ou subtração de letras. Algumas situações, como inversão de nome com sobrenome, ou troca nas ordens dos sobrenomes também costumam ser resolvidas sem problemas. Quem casou ou se divorciou e alterou o documento que utilizará para o embarque, basta apresentar a comprovação para ter o novo sobrenome adicionado ou retirado. Mas se você ainda não alterou seu documento após o casamento ou separação, não terá problemas. Já a mudança completa de um nome ou sobrenome por erro seu, ou um erro de grafia que crie um novo nome, pode caracterizar a troca de titularidade do passageiro, desobrigando a companhia aérea de fazer a alteração ou implicando cobrança de taxas.

Depois de aberto o check-in, a companhia aérea poderá cobrar para fazer a alteração, ou até recusar o embarque. Por isso, é importante conferir com cuidado o nome dos passageiros nas passagens assim que receber o bilhete.

Posso transferir minha passagem para outra pessoa?

Hoje as empresas não são mais impedidas de oferecer esse serviço podendo, inclusive, cobrar por ele. De acordo com a Anac (Agência Naciona de Aviação Civil), as regras precisam apenas constar no contrato de transporte. Porém, pouquíssimas empresas oferecem essa alternativa. Na maioria das vezes, se você não for utilizar a passagem, precisará consultar as regras da companhia aérea, para a tarifa que você comprou, para saber sobre multas, reembolso e outros procedimentos para o cancelamento ou remarcação.

No Brasil, até o momento, a Norwegian, companhia aérea de baixo custo (low cost), que opera voos entre Londres e Rio de Janeiro desde março desse ano, é uma das empresas que permite a troca do passageiro nos bilhetes. Porém, a empresa cobra para a alteração do titular se a passagem foi emitida nas tarifas mais baratas (Low Fare, Low Fare+ e Premium). Para quem pagou pelas tarifas mais caras (Flex e Premium Flex), a mudança de nome não tem custo.

E quanto aos outros dados da passagem aérea? E se eu errar?

É sempre legal consultar a companhia aérea antes, mas dados como o número do passaporte, identidade, ou a data de nascimento costumam ser alterados sem problemas. A maioria das companhias aéreas permite edição no próprio check-in, até porque o passaporte pode ter vencido, ou o documento utilizado na compra pode ter sido substituído.

Observações

Infelizmente, na prática, nem sempre as companhias aéreas lidam com essas questões com um foco resolutivo, e se aproveitam do fato de o cliente estar desinformado de seus direitos. As vezes você acaba dependendo de interpretações de atendentes e supervisores de operação, o que leva alguns casos a só serem resolvidos após uma reclamação formal nas plataformas e órgãos de proteção ao consumidor, ou na justiça. Exija seus direitos e não desista!

Cuide de todos os detalhes para evitar surpresas na hora do embarque e boa viagem!!!


Stopover! Conheça Mais Destinos, Gastando Menos


Stopover é uma forma de conexão em que o passageiro pode passar alguns dias em uma cidade intermediária para depois seguir a viagem até o destino final. Por exemplo, você sai do Brasil com destino a Paris e passa uns dias em Lisboa, sem pagar nada ou quase nada (apenas a taxa de embarque) ou ainda: gastando MENOS. Que tal?

Mas isso não é uma conexão?

Não! Conexão é apenas uma parada na cidade para que você troque de aeronave (ou até mesmo de aeroporto) e geralmente dura no máximo algumas horas. Já no Stopover você terá tempo de aproveitar a cidade por um ou vários dias antes de seguir para o próximo destino (já adianto que desconheço esta vantagem do Stopover aqui no Brasil).

CONFUSO?

Vou tentar explicar com o caso real da nossa última viagem para a Patagônia argentina: saímos de Curitiba tendo a cidade de El Calafate como destino final. Aproveitamos e colocamos uma parada de 5 dias em Ushuaia, pela Cia aérea Aerolíneas Argentinas. Fizemos a comparação e vimos que se comprássemos os trechos separadamente (ou em viagens diferentes) sairia muito mais caro. Ou seja, fizemos uma baita economia e conhecemos dois lugares na mesma viagem.

As companhias aéreas geralmente disponibilizam o Stopover em suas cidades base (ou “hubs”). É o caso da TAP em Lisboa e Porto, da Lufthansa em Frankfurt, da Latam em Santiago do Chile, da KLM em Amsterdã, da British em Londres, da Air France em Paris, da Emirates em Dubai, da American Airlines em Miami, Nova York, Los Angeles e Dallas, da Alitalia em Roma… e por aí vai!

MAS COMO SABER SE VALE A PENA FAZER O STOPOVER?

Pesquisando e comparando! Você pode fazer uma pesquisa diretamente na companhia aérea que você já sabe que faz Stopover no destino que você quer, ou então fazer sua própria busca. Para isso, primeiro você faz uma busca normal de passagens, para destinos e período desejados (certifique-se de que a opção “somente voos diretos” NÃO esteja marcada, já que é preciso que existam conexões para que o Stopover seja possível).

Como exemplo, pesquisei aqui o trecho de ida e volta de Curitiba – Edimburgo (nossa próxima grande viagem), para diferentes datas em junho de 2020. Na pesquisa, verifiquei que haviam bons preços para o período de 04 a 25.

Nos voos listados, identifiquei se havia alguma conexão do meu interesse e com bom preço. Veja abaixo que existe um voo de ida com uma conexão feita pela KLM em Amsterdã, na Holanda (hub da companhia aérea). Depois, anotei o preço, para comparar na outra etapa da busca.

Na segunda etapa, busquei na função múltiplos trechos (em alguns buscadores, você pode encontrar os termos “multi cidades” ou “múltiplos destinos). Nesta busca, além de informar as cidades de início e fim da viagem (no exemplo, Curitiba e Edimburgo), informei também Amsterdã, colocando um período de estadia nesta cidade. Lembre-se de buscar informando a ida e volta no mesmo período da busca anterior, para que a comparação de valores seja mais fiel. Veja no exemplo a seguir:

Coloco aqui um dos resultados encontrados. Veja que ficou até mais barato incluir um período em Amsterdã. Se nesta segunda busca os preços fossem muito maiores do que na primeira, seria então apenas uma viagem com múltiplos trechos mesmo, sem o benefício do Stopover. Aí teríamos que avaliar se valeria a pena ou não. É claro que precisamos contabilizar os custos de estadia em Amsterdã, mas se tivéssemos que sair novamente de Curitiba só para este destino, além dos gastos com a estadia ainda teríamos uma grande despesa com uma nova passagem aérea e todas as horas de voo novamente para cruzar o Atlântico.

MAS NÃO PARA POR AÍ! Como eu já sei que a Air France permite Stopover em Paris, ainda neste exemplo busquei se seria possível fazer um Stopover na volta, em Paris. E olha só o que eu encontrei:

Isso sim é aproveitar as horas de viagem sobre o oceano! Mas é claaaro que você terá que avaliar se uma viagem assim seria possível. Você precisa de vários dias disponíveis para a viagem e ainda teria que considerar os custos durante a viagem. Mas olha, acho que vale muito a pena! Outra alternativa é comprar todos os trechos separados, mas dificilmente valeria a pena.

Lembrando que existem casos em que você ainda ganha a hospedagem no destino intermediário. É o caso da Cia aérea Qatar, que as vezes oferece hospedagem pra seus clientes conhecerem a cidade que dá nome à Cia. Legal, né? Isso porque o Stopover é feito para promover o destino que é a “casa” da cia aérea. Inclusive, algumas companhias disponibilizam uma página em seus sites só para o Stopover (a TAP, por exemplo). Assim, suas buscas são facilitadas, caso você faça questão de viajar com aquela companhia aérea.

Você também pode ligar para o atendimento da cia aérea para tentar encontrar informações mais facilmente ou solicitar o serviço à uma Agência de Viagens.

Se você tiver flexibilidade de datas para viajar, dedique um tempo e faça uma pesquisa combinando diferentes datas. Os preços podem mudar muito de um dia para outro. E se você tem preguiça, falta de tempo ou receio de fazer essas buscas, procure seu Agente de Viagens (ouvi falar de uma tal agência chamada Mala de Garupa, dizem que é ótima, hehe).

DÁ PRA INCLUIR UM STOPOVER DEPOIS QUE EU JÁ COMPREI O TRECHO PRINCIPAL?

Na maioria dos casos sim, mas você terá que pagar uma taxa para que a alteração seja feita, e pode não valer a pena. É sempre bom já comprar o trecho com o Stopover incluído 🙂

Espero que você tenha gostado deste conteúdo e que possa fazer muuuitas viagens neste estilo!


Natal Luz em Gramado


O Natal Luz de Gramado é uma série de eventos com a temática natalina, resultando no maior espetáculo da América Latina. O evento ocorre entre os meses de outubro e janeiro, variando as datas conforme o ano. Em 2019, o evento ocorre de 20 de outubro a 12 de janeiro de 2020. Além dos eventos, a cidade fica completamente decorada. É realmente mágico!

OS EVENTOS ABERTOS AO PÚBLICO (gratuitos)
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Show de Acendimento das Luzes: espetáculo teatral-musical que ocorre diariamente, à noite, em frente ao Palácio dos Festivais, no centro da cidade, com duração de cerca de 20 min. Durante a apresentação teatral, todas as luzes decorativas da cidade se acendem, encantando adultos e crianças;
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Parada de Natal: um desfile pela avenida principal de Gramado, com um pit-stop em frente à Rua Coberta, onde o Papai Noel e os outros personagens ficam à disposição para tirar fotografias enquanto a banda entra na Rua Coberta para fazer brincadeiras musicais com o público. Geralmente ocorre nos sábados, domingos e segundas, às 16:00h;
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Vila de Natal:
uma espécie de feira de natal, contando com os expositores locais, casa do Papai Noel e intervenções artísticas. Ocorre na Praça das Etnias, geralmente de terça a domingo, das 9:00h às 21:00h;
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Shows na Rua Coberta: um dos locais mais visitados da cidade, a Rua Coberta recebe shows musicais, de dança e teatro. As apresentações não têm horário de exibição pré-definido. É ideal para quem está andando pelo centro, sem compromisso.
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Tannenbaumfest: empresas, hotéis e restaurantes são responsáveis por enfeitar os pinheiros ao longo da Avenida. Cada pinheiro (cerca de 70) é unicamente enfeitado. Eles ficam distribuídos por toda a Av. Borges de Medeiros, durante todo o período do Natal Luz, e podem ser admirados 24h por dia.

Você pode andar por toda a cidade e apreciar a decoração de cada cantinho. É muito mágico ver os enfeites natalinos junto da arquitetura típica da cidade.

OS EVENTOS PAGOS

Os eventos pagos têm dias e horários específicos, podendo sofrer alteração a cada ano, mas são sempre noturnos. É comum também que os eventos mudem de nome com o passar do tempo.

Ilumination (Nomes antigos: Nativitaten, Eu sou maria e Reencontros de Natal): conhecido também como “Show do Lago”, o evento ocorre no Lago Joaquina Rita Bier, pertinho do centro, tendo palcos sobre o lago e arquibancadas ao redor. É um show de música, fogos e luzes, com uma temática voltada mais para o aspecto religioso do Natal;

Grande desfile de Natal – A Magia de Noel: este evento é bem semelhante a um desfile de escola de samba: uma pista onde carros alegóricos e personagens vão passando, com muitas cores, alegria e música, e a plateia assiste das arquibancadas. A grande diferença é que o evento ocorre em local fechado (bom para dias de chuva) e a temática, claro, é toda do Natal, geralmente contando a história do nascimento de Jesus e do surgimento do Papai Noel;

A lenda do bosque (antigo Natal pelo Mundo): também ocorre no estilo show com arquibancadas, em local coberto (geralmente o mesmo local usado para o Grande desfile de Natal – cada evento ocorre em dias específicos). Neste ano (2019) o show teatral conta a história do sumiço do Papai Noel em uma vila escondida no bosque de pinheiros de Natal, que fará com que os moradores desta vila experimentem momentos de muita emoção em virtude do sumiço do bom velhinho.

Os ingressos podem (e devem) ser adquiridos com antecedência pela internet e agências de viagens, podendo já incluir a entrega dos ingressos no hotel e o transporte de ida e volta ao evento. Os valores geralmente variam de 200 a 270 por pessoa (adultos), podendo ter descontos para crianças, estudantes e idosos.

Existem ainda algumas atrações como o BusTour Ilumination, que é o já conhecido BusTour mas que fica especialmente iluminado para um tour noturno pelo centro de gramado; e o show musical Korvanturi, que já ocorre durante todo o ano mas que ganha a temática natalina neste período.

Como o período do Natal Luz em Gramado é de altíssima temporada, sobretudo na semana do natal, é indispensável um bom planejamento e a compra com antecedência para conseguir melhores preços e vagas. Para curtir a magia do natal e economizar um pouquinho, procure ir ainda em outubro ou início de novembro (fugindo dos feriados) ou então após a primeira semana de janeiro. Feeliiiz Nataaal!


Neve na América do Sul – Quando e Onde Ir


Vamos responder aqui àquelas perguntas tão frequentes: Quando tem neve na América do Sul? Quais as melhores estações de esqui? Chile ou Argentina? Qual é o melhor mês pra ir? Onde é melhor com criança?

Vamos lá!

Quando é que tem neve na América do Sul?

Antes de tudo, saiba que todos os países da América do Sul estão dentro do mesmo ciclo de estações do ano, ou seja, quando é inverno no Brasil, também é inverno no Chile e na Argentina. Então, é claro que a época de neve vai de junho a agosto, que é o período de inverno por aqui (sendo o contrário do Hemisfério Norte). Porém, a má notícia é que não existe uma garantia de que você terá neve suficiente para brincar/esquiar durante todo o inverno, especialmente se você for bem no início ou no finalzinho da temporada. Cada local tem um período específico de neve mais garantida (sim, existe o risco, ainda que muito baixo, de você não encontrar neve nas estações de esqui, mesmo indo em julho). Não quer dizer que você não verá um pouco de neve nos picos das montanhas mais altas, mas a neve pode não ser suficiente para que você brinque com ela. Falaremos disso a seguir.

Nós, em Ushuaia

Chile ou Argentina? Qual é a melhor estação de esqui de todas?

Certamente você terá diferentes tipos de experiência em cada destino de neve, tanto na estação de esqui quanto na cidade. Por isso, a pergunta é: que estilo de viagem você deseja? Você quer só brincar na neve ou quer de fato aprender a esquiar? Neste último caso, se você não puder esquiar a sua viagem será frustrada? Prefere acordar com fácil acesso à estrutura da cidade ou prefere acordar tendo só a vista das montanhas? Qual é o seu orçamento? Tem criança na viagem? A diversão delas é o que mais importa?

Sei que são muitas perguntas, mas responde-las é a melhor forma de fazer uma viagem que seja incrível pra VOCÊ! Não importa o que a atriz famosa está falando da viagem dela, talvez seu perfil seja totalmente outro!

Neve em Santiago – As principais estações de esqui são Valle Nevado, Farellones, Portillo e Chillán.

Valle Nevado, Farellones e Portillo ficam perto de Santiago. Elas podem ser aproveitadas em uma hospedagem em resort de neve na montanha ou em passeios bate-volta a partir da cidade (que é a opção mais procurada pelos brasileiros). É importante dizer que, ao contrário do que quase todo mundo pensa, raramente neva em Santiago. A neve ocorre nas montanhas – onde estão as estações de esqui, claro. Isso torna Santiago uma ótima opção para quem quer ter contato com a neve apenas no dia em que for brincar nela, podendo andar tranquilamente pela cidade, sequinho, nos demais dias.

Valle Nevado: é, sem dúvida, a estação de esqui mais glamourosa de Santiago, pois fica em uma altitude de 3.000 m e a uma distância de 1 hora e meia da cidade (com um trecho de 60 curvas de pura emoção). O que quase ninguém sabe é que Valle Nevado é uma estação voltada aos praticantes de esportes e que não dispõe de atividades recreativas. Ela atende ao perfil de viajantes esquiadores ou aqueles que buscam vistas deslumbrantes e apenas tocar e caminhar sobre a neve – a criançada enfrentará um certo tédio depois de algumas horas. Para adultos que desejam ficar hospedados em uma estação que tenha um pouco mais de movimentação à noite ela é uma ótima opção.

Valle Nevado (Thanks pela foto, @modochile)

Farellones: para quem quer de fato brincar na neve (leia-se esquibunda, teleférico, tubing, boneco de neve, guerra de neve, anjinho na neve…), a estação mais indicada é Farellones, que fica logo abaixo do Valle Nevado. É um vilarejo muito lindinho, ótimo para crianças, e que ainda permite uma boa experiência aos românticos que buscam uma hospedagem de valor mais acessível na montanha. Nas agências de turismo é muito comum o passeio que visita as duas estações no mesmo dia, aliando o glamour e a diversão no mesmo passeio. Algumas pessoas preferem encarar a sinuosa estrada em dois dias diferentes, visitando o Valle em um dia e Farellones no outro. Neve mais garantida para estas estações: de meados de julho a início de setembro.

Farellones (Thanks pela foto, @modochile)

Portillo: fica a 2 horas e meia de Santiago e, de cara, já encanta pela vista extraordinária que se tem da Laguna del Inca. É uma estação realmente um pouco distante para bate-volta, mas ainda assim é muito procurada para este tipo de passeio. Ela é mais voltada para quem busca fazer um intensivão de esportes de neve e, ao contrário do Valle Nevado, você não precisa ser um profissional para utilizar as pistas. Outra diferença entre as duas estações é que Portillo é menos badalada (e, consequentemente, tem menos filas) e também não tem tanto glamour na estrutura do resort – mas isso não será um problema para quem tem a neve como foco da viagem. Lembrando que você também não encontrará atividades recreativas nesta estação. Neve mais garantida: de meados de julho a meados de setembro.

Portillo (Thanks pela foto, @modochile)

A grande vantagem de ir a Santiago para ver neve é que a cidade tem inúmeros atrativos e vários passeios incríveis nos arredores. Caso a neve não “dê as caras” a ponto de possibilitar a visita às estações de esqui, você ainda terá muitas opções para aproveitar sua viagem, sempre com uma vista incrível da cordilheira.

Chillán: ideal para quem quer descanso na montanha, pois o lugar fica longe de grandes centros urbanos e tem poucos hotéis, os quais são cercados por uma paisagem branquinha e possuem piscinas de águas termais, sendo algumas a céu aberto (quero!). Mas se durante o descanso você precisa de atrações para as crianças, fique tranquilo. Para elas existe também trenó com cachorros, motos de neve e paintball como atividades à parte. A estação de esqui Nevados de Chillan tem um cenário bastante bonito, com pistas em meio a vegetação nativa (sabe aqueles filmes em que alguém sempre bate na árvore descendo a montanha!? haha). Neve mais garantida: de meados de julho a meados de setembro.

Chillán – Hotel


Neve na Argentina – as principais estações são Bariloche, Villa La Angostura e Ushuaia.

Bariloche: a tão conhecida Bariloche é dona dos mais lindos cenários de neve da América do Sul, o que contribui muito para que a estação de esqui, chamada de Cerro Catedral, fique lotada na alta temporada de inverno (prevejo filas e pistas para iniciantes lotadas!). Então, se você não é um profissional mas, mesmo assim, esquiar é uma prioridade na sua viagem, é preciso repensar o destino. Existem vários outros centros de neve que oferecem muitas atividades recreativas além do esqui. Por isso, e pelo fato de as pessoas poderem se hospedar em um centro urbano charmoso, em vez de em um resort, Bariloche é tão buscada por famílias com crianças pequenas. Neve mais garantida: do fim de julho ao fim de agosto.

Bariloche – Cerro Catedral

Villa La Angostura: neve + charme. É o destino ideal para quem tem um motivo romântico para viajar, pois é um dos vilarejos de montanha mais encantadores da América do Sul. Dispõe de hospedagens aconchegantes com vistas para lagos e bosques nevados. A estação de esqui de Villa La Angostura é a Cerro Bayo, uma estação mais sossegada, com ótima estrutura para quem está iniciando nos esportes de neve e também para quem deseja outras atividades para diversão, como tubing e teleférico. Neve mais garantida: do fim de julho ao fim de agosto.

Villa La Angostura – Cerro Bayo

Ushuaia: é neve na certa! Ushuaia é a cidade mais austral (ao sul) do mundo e por isso é conhecida como “El Fin del Mundo”. Logo, as condições climáticas são as mais favoráveis para a neve na América do Sul e durante as férias de inverno é improbabilíssimo sair de Ushuaia frustrado por não haver neve o suficiente para aprender a esquiar. A estação de esqui é a Cerro Castor, que, dentre todas, é a que tem melhores condições de neve para esquiar. Isso tanto pela quantidade e qualidade da neve, quanto pela longa temporada (a maior de todas!). O melhor de tudo é que Ushuaia é uma cidade com atrações para toda a família, incluindo passeio de trenó, tour de barco e patinação no gelo. O probleminha (ou não) é que, ao contrário da maioria dos outros destinos, neva muuuito na cidade e não só na montanha. Outro detalhe é que o centro da cidade não é lá tãão charmoso quanto em outros destinos. Mas o visual das montanhas cercando o Canal Beagle é de tirar o fôlego. Eu amo!

Ushuaia

Quanto ao planejamento da viagem, é importante saber que existem lugares mais e lugares menos caros e que a compra antecipada é mega importante para que você gaste menos. Se você faz questão de esquiar ou brincar, procure comprar para o período com a maior garantia de neve. Se o dinheiro não é um problema pra você, o melhor é esperar para comprar a viagem o mais perto possível da temporada, assim você consegue consultar a previsão meteorológica e ter mais certeza de que os floquinhos estarão caindo quando você chegar. Escolha a melhor opção pra você e boa neve!


Guia de Turismo – Vale a Pena Contratar? Trago Exemplos Reais!


Antes de mais nada, se liga nisso: Guia de turismo é o Profissional que acompanha e explica sobre o destino. Guia turístico é o roteiro impresso, com informações sobre o destino. Tem profissional que já está acostumado e que nem liga pra isso, mas alguns deles consideram uma gafe se você fizer confusão com os termos. Na dúvida, melhor usar o termo apropriado 😁

Mas vamos lá, vale a pena contratar um guia de turismo?

Isso depende muito do estilo de viagem que você quer, da complexidade do passeio e se há um aspecto cultural e/ou histórico na sua viagem.

– Estilo da viagem: se a viagem é simples, com passeios bem básicos, e você é do tipo independente, não vejo necessidade na contratação de um guia. As vezes você só quer pegar um carro e dirigir por aí, olhando a paisagem e seguindo sem rumo e sem hora pra parar, não é mesmo? Em alguns lugares é só você estudar um pouco antes de ir, comprar alguns passeios e tá tudo certo. Foi assim que fizemos nossas viagens a alguns lugares como Serra Gaúcha, Campos do Jordão, Serra Catarinense e algumas praias do Nordeste.

Agora, se você é do tipo de viajante que gosta de tudo organizado, com horários definidos, e se sente mais seguro com o apoio de alguém nas coisas que for fazer, aí sim o guia será importantíssimo na sua viagem.

– Complexidade do passeio: alguns passeios/destinos podem ser muito complexos ou perigosos, e podem exigir um guia mesmo que você não queira. Um exemplo é a geleira Perito Moreno, em El Calafate – Patagônia argentina. Você precisa colocar grampos especiais no calçado e seguir um caminho já conhecido pelos guias na geleira, pois existem lugares perigosos (do tipo que se você cair, babau!).

Mas quando o guia não é obrigatório, avalie se vale a pena você se arriscar em fazer tudo sozinho em lugares mais perigosos. As vezes você acaba perdendo muito tempo no passeio por ficar tipo “barata tonta”, sem saber direito pra onde ir e como ir.

Para dar um exemplo, destaco as viagens que fizemos para a Patagônia. Certamente eu não teria chegado até às famosas Torres del Paine se não fosse a motivação, as explicações técnicas, as paradas estratégicas e até mesmo uma mentirinha ou outra contada pelo nosso guia (Gracias, Oscarito!). Já o passeio que fizemos por conta até a Laguna Esmeralda, em Ushuaia, com carro alugado, foi bem sofrido. Foi lindo, com paisagens incríveis, porém andamos 1h20m a mais do que era preciso, por lugares sem fluxo de pessoas e afundando o pé na água fria por longos trechos.

Parque Nacional Torres del Paine – Patagônia Chilena

Geleira Perito Moreno – Patagônia Argentina

Aspecto cultural e/ou histórico: na minha opinião, fazer um roteiro histórico-cultural sem um guia que explique tudo isso à você é um grande desperdício de dinheiro. Sim, porque você vai perder a chance de agregar um novo conhecimento na sua vida e vai aproveitar o destino pela metade. Você acha que um guia é caro? Eu te digo o que é caro: gastar muito em uma viagem e deixar de aprender sobre a história e a cultura do lugar. Passar por um ponto turístico cultural, histórico ou artístico (ou tudo isso junto) e simplesmente tirar uma selfie pra mostrar nas redes sociais. Isso é que é caro, meu amigo!

De que teria adiantado visitar as castoreiras em Ushuaia sem a explicação impecável do querido Marcelo sobre como os castores foram parar lá e como é que eles modificam tanto o ambiente? Ou sem parar nos lugares mais lindos e isolados do vento para almoçar tranquilamente, apreciando um vinho? Teríamos perdido explicações histórico/culturais dos lagos, as fascinantes lendas dos duendes e fadas, e não teríamos parado pra comer tanta coisa especial em lugares típicos. O mesmo para a guia Anita, que nos contou tudinho sobre os curiosos hábitos dos pinguins e sobre outros animais marinhos importantes da região.

Ushuaia – Patagônia argentina

Em Santiago vivemos a cultura chilena da maneira mais autêntica possível, graças à querida Dani. Ela nos levou a lugares fora do comum, sem turismo massivo, para ouvir músicos chilenos e comer comidas típicas do país. Fizemos compras nos mercados (com carrinho e tudo) e aprendemos que os empacotadores são universitários e que eles recebem apenas a gorjeta dada pelos clientes – e que eles já esperam não ganhar nada dos brasileiros, já que nós não sabemos que lá isso funciona assim. Experiências que dificilmente você terá sem alguém que conheça bem o lugar.

Santiago – Chile

Outras observações importantes

Para viagens em grupo, especialmente de idosos, acredito que a contratação de um guia seja indispensável. Sabe aquela coisa de que cada um quer a viagem de um jeito? O guia assumirá a responsabilidade na hora de conduzir o grupo, manterá a ordem da viagem, passará as orientações necessárias e irá propor atividades que estejam de acordo com o perfil do grupo.

Busque referências para a contratação do guia. Ele deve ter conhecimento técnico, histórico e cultural dos destinos turísticos; saber indicar atividades de acordo com o perfil do grupo; deve ter um certo domínio sobre o grupo, principalmente para fazer com que o grupo cumpra os horários e, principalmente, deve ser carismático e afetuoso.

O maior cuidado deve ser na compra de passeios. Muitas vezes os guias indicam paradas em restaurantes, casas noturnas, parques, entre outros, que não são tão bons, mas que são indicados por eles porque lá eles ganham as maiores comissões dos estabelecimentos.

Se liga em tudo isso e aproveite o melhor da sua viagem! 🙂


SEUS DIREITOS em Casos de Atraso e Cancelamento de Voo e Preterição de Embarque


Primeiramente, é importante dizer que as informações a seguir não são baseadas em “achismos”. Elas são baseadas nas regras estabelecidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), por meio da RESOLUÇÃO Nº 141, DE 9 DE MARÇO DE 2010.

Também é importante esclarecer o que é Preterição de embarque: “A preterição de embarque (embarque não realizado por motivo de segurança operacional, troca de aeronave, overbooking, etc.) ocorre na situação em que o passageiro teve o seu embarque negado, mesmo tendo cumprido todos os requisitos para o mesmo”.

Então vamos lá!

Nos casos de atraso e cancelamento de voo e preterição de embarque, o passageiro que comparecer para embarque tem direito à assistência material, visando minimizar seu desconforto enquanto aguarda seu voo.

A empresa aérea deve oferecer assistência de acordo com o tempo de espera, contado a partir do momento em que houve o atraso, cancelamento ou preterição de embarque. Veja a seguir:

A partir de 1 hora: comunicação (internet, telefonemas, etc);

A partir de 2 horas: alimentação (voucher, lanche, bebidas, etc);

A partir de 4 horas: acomodação ou hospedagem (em caso de pernoite) e transporte do aeroporto ao local de acomodação. Se você estiver no local de seu domicílio, a empresa poderá oferecer apenas o transporte para sua residência e desta para o aeroporto.

Se o atraso for superior a 4 horas (ou a empresa já tenha a estimativa de que o voo atrasará esse tempo), ou houver cancelamento de voo ou preterição de embarque, a empresa aérea deverá oferecer ao passageiro, além da assistência material, opções de reacomodação ou reembolso (a empresa deverá fazer o reembolso de acordo com a forma de pagamento utilizada na compra da passagem).

Logo que a empresa constatar que há possibilidade de preterição de embarque, deverá procurar por voluntários que aceitem embarcar em outro voo, mediante a oferta de compensações (dinheiro, bilhetes extras, milhas, diárias em hotéis, etc). Se você aceitar essa compensação, a empresa poderá solicitar a assinatura de um recibo, comprovando que foi aceita a proposta. Se você não aceitar, caberá à empresa aérea oferecer alternativas de reacomodação e reembolso, além da assistência material.

Justo ou injusto, as regras são as mesmas ainda quando os atrasos são causados por condições climáticas adversas.

E se eu montar minhas conexões, comprando trechos separadamente? Como fica se o primeiro voo atrasar e eu perder a conexão no aeroporto seguinte?

Vamos supor que você está em Curitiba e quer ir para Londres. Ao invés de comprar todo o trecho junto, você decide aproveitar uma promoção do trecho Guarulhos > Londres e então compra os trechos separadamente (Curitiba > Guarulhos. E Guarulhos > Londres). Neste caso, se o seu voo de Curitiba atrasar ou for cancelado e, consequentemente, você perder a conexão em Guarulhos, a companhia aérea inicial não tem obrigação de realocar você gratuitamente para que chegue em Londres, afinal você comprou a passagem com ela somente até Guarulhos, ou seja, ela não é responsável pela sua conexão. Existe sim uma questão de bom senso, onde a companhia aérea decide te realocar e fazer com que você chegue ao destino final. Porém, isso não é uma obrigação e você pode ter um grande transtorno e prejuízo. Se for realmente necessário comprar trechos separados, deixe o maior tempo possível entre as conexões.

Trecho da RESOLUÇÃO Nº 400, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2016 sobre isso:

Art. 21. O transportador deverá oferecer as alternativas de reacomodação, reembolso e execução do serviço por outra modalidade de transporte, devendo a escolha ser do passageiro, nos seguintes casos: IV – perda de voo subsequente pelo passageiro, nos voos com conexão, inclusive nos casos de troca de aeroportos, quando a causa da perda for do transportador.

Um adendo: De qualquer forma, a cia aérea do primeiro trecho é responsável por todo dano e prejuízo que você tiver se ela falhar na obrigação de levar você até o destino final contratado com ela, na hora certa. Mas aí já é uma questão judicial, de processo, que gera transtorno e que, no fim das contas, pode acabar com a sua viagem no momento programado.


Resumo didático (passe para o lado):


Outras dicas:

– A assistência material deverá ser oferecida também aos passageiros que já estiverem a bordo da aeronave, em solo, no que for cabível.

– A empresa poderá suspender a prestação da assistência material para proceder ao embarque imediato.

– Os direitos a assistência material, reacomodação e reembolso são devidos mesmo nos casos em que o atraso, cancelamento ou preterição tenha sido causado por condições meteorológicas adversas.

Fonte: Atrasos, Cancelamento e Preterição de Embarque – Site da Anac.

IMPORTANTE: Só não se sinta no direito de estragar sua viagem por conta de atrasos em voos. Infelizmente, eles ainda são muito comuns. Tente encarar da melhor forma possível. Tenha em mente que isso acontece apenas com aqueles que saem do conforto de casa para viver uma experiência incrível em um lugar novo. A vida é essa! Boa viagem!!!


Fuso Horário e Horário de Verão – Não Perca Seu Voo!


O mais importante a saber é que os horários dos voos são sempre de acordo com o horário local de cada cidade. Por exemplo: se o voo sai de São Paulo às 13h00 e chega em Campo Grande às 13h45, o horário de saída é referente ao horário local de São Paulo, e o horário de chegada é referente ao horário local de Campo Grande. DICA: Lembre sempre de ajustar seu relógio em cada local!

Para não errar, siga sempre a orientação da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR): “os passageiros devem sempre se basear pelos horários do seu cartão de embarque. Ele já mostra os horários de acordo com cada cidade, tanto da cidade de partida, quanto de destino”.

E NO HORÁRIO DE VERÃO?

Neste período, os relógios brasileiros são adiantados em 1 hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste; e depois, ao final do período, são atrasados em 1 hora, voltando ao horário normal. Nesta época, a regra é a mesma: preste atenção ao bilhete aéreo, que sempre apresenta o horário local, tanto da cidade de partida, quanto de destino.

Os estados do Norte e do Nordeste não participam do novo horário, e por esse motivo, a partida e a chegada da maioria dos voos podem sofrer alterações. Isso acontece porque a aviação nacional segue o horário de Brasília.

Exemplo: o voo 1571 da Gol, entre Salvador e Congonhas, costuma decolar às 14h50, com chegada prevista às 17h25. Com o horário de verão, o mesmo voo 1571 decolará uma hora antes no horário local, às 13h50, chegando a São Paulo às 17h25. O mesmo também pode acontecer com os voos internacionais.

CALMA! NÃO SE DESESPERE! Como as companhias aéreas já sabem o período que ocorre essa mudança de horário, elas já vendem as passagens desta temporada com os horários corrigidos para a hora local da cidade. Então, mais uma vez: SEMPRE CONSULTE SEU CARTÃO DE EMBARQUE e siga a hora indicada, que já está ajustada a cada local. Você não precisa fazer cálculos de fuso horário (ufa!).

É devido a estas diferenças de fuso horário e também ao período de horário de verão, que as vezes existem voos que saem de um local e chegam no destino no “mesmo horário”, como no exemplo abaixo.

E OS VOOS COM SAÍDA NA VIRADA DO HORÁRIO DE VERÃO?

Entramos em contato com várias cias aéreas perguntando sobre isso, e a orientação é para que os passageiros cheguem no aeroporto com 3 horas de antecedência ao voo, pois não existe uma regra específica. Ou seja, chegue mais cedo, faça seu check-in e contate os agentes da cia aérea para dúvidas.

Quanto ao voo das 23:00h, este permanece com saída normal, pois nesse horário ainda não houve alteração no fuso.

CONCLUSÃO

Quando viajar, verifique o fuso horário e, se necessário, ajuste seu relógio (não esqueça do horário do celular!). Para saber a hora do embarque, consulte sempre seu cartão de embarque, que já estará informando a hora local. Na dúvida, entre em contato com a companhia aérea ou com seu agente de viagem.

Ah! Essas confusões de horários são mais uma justificativa para que você sempre procure chegar ao aeroporto com, pelo menos, 1 hora de antecedência para voos nacionais e 2 horas de antecedência para voos internacionais. Meu sábio avô já dizia: “melhor esperar 1 hora do que chegar 1 minuto atrasado”.